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PAGU A PATRÍCIA GALVÃO

Representa a Luta da Mulher, chama todos pra participar.
Pra Liberdade que se quer, e que se luta pra conquistar.
Ela superava todo sofrimento, lhe movia amor e convicção.
Uma Mulher de Desprendimento, Pagu a Patrícia Galvão.

Sempre foi Mulher avançada, que tinha beleza e coragem.
Lutadora determinada, e todos lhe tinham camaradagem.
Agradável no relacionamento, sabia tratar incompreensão.
Uma Mulher de Desprendimento, Pagu a Patrícia Galvão.

Ela Tinha a intuição Divina, com a perspicácia funcional.
Trouxe a soja da China, que hoje é uma riqueza nacional.
Nunca teve esmorecimento, ela transcendia em disposição.
Uma Mulher de Desprendimento, Pagu a Patrícia Galvão.

Do Movimento Socialista, com Osvaldo de Andrade casou.
Foi a bela musa Modernista, que terríveis 23 prisões tomou.
Com muita tortura e tormento, sofrendo toda perseguição.
Uma Mulher de Desprendimento, Pagu a Patrícia Galvão.

Em Paris foi encarcerada, como uma agente estrangeira.
Foi humilhada e repatriada, tão sofrida Santa Guerreira.
Era forte no seu argumento, e extraordinária na decisão.
Uma Mulher de Desprendimento, Pagu a Patrícia Galvão.

De volta a Pátria Brasileira, logo ela é presa e torturada.
Da Visão coletiva e altaneira, de uma sociedade partilhada.
Condenada por seu pensamento, a cinco anos de provação.
Uma Mulher de Desprendimento, Pagu a Patrícia Galvão.

Fez Teatro pro Trabalhador, todas atividades sem parar.
Música, dança e poesia com amor, sem nunca desanimar.
Moscouzinha sem abatimento, por igualdade e comunhão.
Uma Mulher de Desprendimento, Pagu a Patrícia Galvão.

Viveu a sua Heróica História, uma apaixonada Sonhadora.
Por preservação da memória, da nossa classe Trabalhadora.
Santificada no sentimento, com o seu gigantesco coração.
Uma Mulher de Desprendimento, Pagu a Patrícia Galvão.

Daquela jovem desprendida, a Militante que se ofertou.
Do mundo ficou conhecida, pelo muito que se sacrificou.
Não caiu em esquecimento, esta em Sindicato e associação.
Uma Mulher de Desprendimento, Pagu a Patrícia Galvão.

Azuir Filho e Turmas: Do Social da Unicamp e, de Amigos,
de: Rocha Miranda, Rio, RJ e, de Mosqueiro, Belém, PA.



Poesia de Homenagem a Pagu, a Patrícia Galvão, que morreu em dezembro dia 12 mas que todos os dias são dias de Pagu, porque são dias de lutas para as Mulheres e Pagu representa essa consciência e coragem no Lutar. Pagu desde 12 anos combateu o Capitalismo que considerava selvagem e expropriador dos direitos dos trabalhadores.
Tinha os ideais Socialistas e tinha muita coragem de defende-los em todos os lugares. Foi muito perseguida e em 23 prisões foi muito humilhada e torturada.
Os Meios de Comunicação sempre tentaram diminuir seus méritos e a firmeza da sua personalidade, procuram passar uma imagem fraca, de que tentou suicídio muitas vezes mas, nas leituras dos seus textos a gente vai verificando que Pagu teve muita garra e amor e, manteve as suas opiniões até o fim da vida, lutou tudo que pode, até a morte. Publicou textos em a "A Tribuna", e o poema "Nothing", na véspera da sua morte por câncer em 1952 com 52 anos. Dezembro lembra Pagu e os Direitos Humanos. Lembra Jesus, lembra Sáo Joáo, Santos e todo Brasil de Pagu.
Pagu teve uma Admirável Biografia cheia de beleza, audácia e heroísmo foi muito perseguida presa e torturada mas jamais desanimou. Era a Heroina dos Trabalhadores do porto de Santos que recusaram carregar um navio de café doado pelo governo Ditatorial do Estado Novo para a Ditadura Franquista da Espanha que esmagava as classes trabalhadoras na Guerra Civil Espanhola. Pagu representa a Mulher Consciente cheia de amor a Lutar

Direitos reconhecidos e Agradecidos.

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F4 www.adorocinemabrasileiro.com.br
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F5 http://www.sescsp.org.br/sesc/controle/dynimages/materia_pagu_01.jpg
sobre a obra
Esta Obra é para louvar esta mulher extraordinária Patrícia Galvão que foi bela e sensual mas foi também uma Militante de uma capacidade incrível de suportar o lado rim da luta, que tanto foi humilhada e torturada mas sempre voltava cheia de amor e esperançosa de um Mundo de igualdade onde a classe trabalhadora pudesse desfrutar em igualdade do fruto do seu trabalho, Foi Jornalista, Escritora, Poetisa, Desenhista e organizadora de eventos Culturais para trabalhadores.
Pagu fundou e foi a primeira presidente da União de Teatro Amador de Santos e, ela trouxe mais de 1200 participantes para o 2º Festival de Teatro Amador fundadora da Associação dos Jornalistas Profissionais de Santos, levou uma vida de atividades culturais impressionantes pelo que passou e que não enlouqueceu ou desistiu de tudo.
Pagu é pra gente se orgulhar e, lhe dizer uma doce canção oração. Eh Pagu eh!